Creme Gelado de Abacaxi Diet

Pegue um abacaxi médio (pode ser grande). Descasque e corte em pedaços. Coloque em uma panela e acrescente nove colheres de adoçante culinário (Tal & Qual) e acrescente duas xícaras de água. Leve ao fogo e deixe cozinhar por 15 minutos. Desligue e deixe esfriar.

Em outro recipiente, misture duas caixinhas de gelatina de abacaxi em duas xícaras de água fervente. Misture bem, até desmanchar. Enquanto esfria, bata duas claras de ovo em neve, acrescente duas colheres de adoçante culinário e uma caixa de creme de leite light. Misture com a gelatina e com o abacaxi cozido (com a calda). Leve ao congelador por duas horas e sirva.

O meu pequeno adorou...Ele diz que é sorvete de abacaxi...Não tem açúcar e nem carboidrato. Dá pra comer sem susto!

quarta 02 novembro 2011 20:18


Hoje não quero falar...Vou dar receitas gsotosas, pros nossos pequenos!

 O Vitor, em casa, é meio que bonequeiro pra comer. Quando eu estou comendo algumas frutas, ele até copia a idéia. Ou quando dizemos que não é pra ele. Aí ele vem de nasinho e come. Mas se fizer pra ele...a novela começa e não tem final feliz.

Aí, aprendi a fazer picolé caseiro de frutas. Ele come pensando que não é diet (Mas é) e fica alimentado.

Vai aí uma sugestão: Maracujá Diet

Pegue o suco (concentrado de maracujá) acrescente a ele uma cixa de creme de leite light, uma xícara d eadoçante culinário, duas xícaras de leite em pó desnatado e bata no liquidificador por cinco minutos. Já vai ficar cremosos. Aí, vc acrescenta uma colher de chá de emulsificante (fica mais parecido com sorvete) e liquidifica por mais trê sminuto e pões em sauinhos de din-din (não sei se é igual em todo o Brasil). E põe pra congelar. Dá pra fazer com goiaba, abacate, até coco. Fica muito bom. Aqwui, quando eu faço, tenho que ter cuidado é com o ´pai dele, que quer comer tudo....

quinta 27 outubro 2011 18:02


E viva a solidariedade!

Como todos que me conhecem já sabem, meu filhote tem diabetes desde os dois anos e meio e, para se manter vivo e saudável, precisa fazer várias glicemias diária e tomar uma injeçõeszinhas de insulina. Já começa o dia com uma furada no dedo, outra na perna e outra no braço...Só pra começar...Começo o dia cantarolando: "Acorda menino, bonito...acorda vem fazer o exame, que o dia já vai raiando e a insulina já está de pé!!!" Ele ri e diz: Já sei, mãe...

Pois é...Mas, para que isso ocorra, há duas opções: Uma-eu paro de comer e compro tudo ou, a segunda, o Governo (Estadual e Municipal) cumprem a lei e me disponibilizam, os insumos necessários...Até que, em parte, as coisas acontecem...Em parte. Até maio deste ano, eu recebia as insulinas dele através da Secretaria de saúde do Estado.Porém, desde então, fui trasferida para aa Secretaria de Saúde do Município que, por não se tratar de uma ação judicial (nós tínhamos uma ação administrativa) só vem me fornecendo uma das insulinas que ele precisa. E a outra? A outra eu tenho que comprar. Ou ganhar de pessoas generosas, que moram em outros estados e recebem até mais do que necessitam, se predispondo a doar e ajudar quem precisa.

Particularmente, acho que deveria haver o nobel nacional da solidariedade para pessoas que, sem nenhuma obrigação (como no caso de nossos políticos) s epreocupam em ajudar o próximo. Mas, deixa pra lé. Eles ganham um lugar ao céu, que é bem melhor, eu creio!

Então. Ontem mesmo eu ganhei de uma pessoa que nem me conhece uma série de insumos pra meu filho. Tenho que pagar apenas o frete ( no caso, em torno de R$50,00) que faz falta, mas sai mais em conta que comprar os insumos.

Mas, vamos refletir: Se fosse filho de um político, seja lá qual fosse o seu cargo, isso ocorreria? O Vitor usa insulinas aplicadas com canetas, cujas agulhas são de 5mm (que ainda é grand epro seu braço fininho), mas vamos lá. Entrei com uma ação contra o Município. Sabe o que a Secretária de Saúde respondeu? No posto nós disponibilizamos seringas. Por que ele não as utiliza? Indignada, repsondi: Porque são de 12mm. Se eu utilizá-las, atravesso o osso e a insulina não faz efeito em osso! A senhora deveria saber...Mas é claro que ela não sabia. Por quê? Ela é formada em economia e, à época, comandava as Secretarias de Saúde e Educação...Talvez por isso as duas andem tão mal...Ela faz muita economia! RsRs!!!

Ironias à parte, que tal se os nossos governantes se preocupassem mais com asaúde e o bem-estar de nossa gente?! Somo nós que pagamos os salários milionários deles (que a maioria de nós nem sonha com tais quantias) e somos nós que os elegemos para nos representar. Alguém já pensou que, como nós pagamos seus salários somos seus patrõies?! Poderíamos botar uma boa porção deles pra fora. Seria muito cômico, né?!

Mas estou fugindo do assunto. Deixo registrado aqui meus agradecimentos à Vanessa, que me doou os insumon e a tantas outras pessoas que, constantemente me ajudam, inclusive minha família. Obrigada por vcs existirem em nossas vidas. E, também, à sua anja da guarda, Dra. Annelise Barreto, que cuida com tanta atenção do meu tesourinho!

No mais, um bom dia a todos!

quarta 26 outubro 2011 09:35


Como uma onda no mar!

Sempre que estava triste, antes de casar e ter o Vitor, eu ia pra Ponte Metálica e ficava olhando pro mar...O movimento das ondas me acalmava e me fazia refletir...Vinham ondas grandes e outras bem pequenas, que acabavam por se misturar e virar uma só...Achava incrível o poder de Deus em criar tudo aquilo...Voltava pra casa relaxada e confiante em mim, pois se as ondas pequenas podiam se misturar às grandes e ficarem fortes, eu também poderia ser maior que meus problemas ou fraquezas...

Depois que o Vitor chegou, ir à praia deixou d eser apenas um momento de reflexão. Passou a ser motivo de diversão, pois ele adora correr pela areia e ver as espuminhas que o mar faz...Sempre pergunta: Mamãe, Deus jogou sabão no mar?!

Juro que ainda não sei responder porque faz espuminha quando as ondas chegam na areia...Mas o motivo pelo qual estou escrevendo é outro. Hoje, quando vejo as ondas indo e vindo, vejo que, pra superar nossas dificuldades, temos que ser como as ondas: fortes, mas maleáveis. Saber quando é hora de ir e de parar. Uma onda forte demais destsói...uma fraca demais é destruída...Mas, juntas, elas atingem o ponto certo pra cumprir sua missão... Além de fascinar pessoas como eu! Ainda fico horas olhando pro mar, pra sua magnitude, pra sua infinitude...

Hoje, o Élcio e eu somos um só, na tentativa de fazer a vida do Vitor ser o mais próximo do normal...Somos um só pra fazer de nossas vidas algo agradável e exemplar pra nosso pequeno gigante...Nós três fazemos parte d eum só coração, que bate ritimado no compasso das ondas do mar...Hoje, sabemos que, embora as dificuldades para conviver com o diabetes sejam grandes, nós somos maiores, somos mais fortes, porque Deus nos fez assim...

Não é fácil aprender a conviver com um inimigo traiçoeiro como o diabetes. Mas não foi nada fácil pra Jesus ser crucificado. Nem foi fácil pra Sua mãe vê-lo passar por tudo aquilo...Parece profano, mas é assim que encontro forças pra recomeçar cada dia...Lembro da dor de Maria ao ver seu filho Jesus ser coroado com espinhos, apanhar com chicotes adornados de ossos e ver Seu sangue derramado na cruz. Mas ela superou tudo isso por amor a Ele. É assim que , a cada vez que tenho que furar seus dedos ou aplicar-lhe insulina, encontro forças...Não sou santa como Maria, nem meu filho se compara a Jesus, mas sofremos dores parecidas...Teremos vitórias parecidas. Meu filho será um vencedor, pois Deus o escolheu para isso.

Dentro de mim há uma enorme esperança de ver meu pequeno curado. Não sei como...se por meio da ´fe ou da ciência...mas sei que conseguirei acordar, um dia, sem ter que furá-lo e aplicar-lhe insulinas....

terça 25 outubro 2011 10:02


Mudanças Naturais

Como todos já sabem, meu pequenino é o tesouro do meu ser e, sem que eu me desse conta, aquele frágil bebê está crescendo. Há bem pouco tempo ele tomava mamadeira, chupava chupeta e usava fraldas descartáveis... Usava?

Pois é! Primeiro foi a mamadeira. Simplesmente, de uma hora para outra, ele não a quis mais...Por um lado fiquei alegre, pois já imaginava  a dor de cabeça para conscientizá-lo de que era necessário abandonar a mamadeira. Mas nem precisei....Garoto independente!

Aos quatro anos (mesma idade que eu) largou a chupeta. Viajamos para Ubajara, para a casa da vovó Socorro e, na volta de lá, ele disse: "Pega mamãe, meu bubu, eu não gosto mais dele.!" Que susto! Mas guardei o bichinho com carinho, pois podia ser apenas um surto. Que nada! Adeus ao querido bubu, que tantas vezes o consolou...

Agora, ao completar cinco anos, percebi que sua fralda, na maioria das vezes, amanhecia seca. Pensei: É hora de usar cuequinhas para dormir!!! E não é que deu certo! Apenas quando sua glicemia sobe na madrugada é que ocorre um incidente...lençóis molhados e um quase bebê molhado...Nada que um banho e a cama da mamãe não resolovam.

É gente, o tempo passa e ficam apenas as lembranças...Meu filho está crescendo...Parou de usar fraldas, mamadeira e chupetas e já está quase aprendendo a ler e escrever (na verdade, ele já escreve algumas coisinhas). Confesso que sinto falta daquele bebê chorão, que ficava todo encolhidinho no meu colo...Mas, fazer o quê?!

Cresça Vitor. Cresça feliz e saudável e guarde na lembrança os bons momentos de sua infância...E no blog também, né!

Um beijo a todas as mães que, como eu, estão vendo seus bebês se tornarem projetos de adultos!

segunda 24 outubro 2011 09:19


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